Comportamento

O sentimento da rotina

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Uma das coisas que mais gosto no nosso trabalho é que muitas vezes não existe um limite entre o que aprendemos para o trabalho e para a vida. Partir do comportamento humano para desenvolver estratégias para marcas e produtos tem esse poder de revisar o que sabemos e nos fazer repensar nossas atitudes e formas de ver a vida.

Dessa vez estamos realizando um trabalho super gostoso que é o de desvendar as sensações que temos durante a rotina. E hoje em dia não dá pra falar de rotina sem falar de correria, ainda mais em uma cidade como São Paulo. A surpresa foi que dá para falar de correria sem falar somente em pressão, stress, cansaço e mau humor. Percebemos que existe um otimismo e uma identificação muito positiva com a correria, um sentimento de que ela já faz parte de quem as pessoas são: “Correria é movimento, é vida”.

E você? Também se identifica com a correria?

Bárbara Bufrem

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quinta-feira, julho 8th, 2010 Sem categoria 1 Comentário

Olhos de Geiko

Eu acho que todo mundo que visita a cidade de Quioto no Japão deve - pelo menos tentar - ver uma gueixa na rua onde elas eventualmente passam, a Hanamikoji-dori.

Fiquei super ansiosa e estava disposta a esperar ali um dia inteiro, por mais que os guias locais falassem que era impossível numa quinta-feira de muito calor ver as geiko e maiko-san irem trabalhar.

Para eles é ofensivo chamá-las de gueixa. Dizem que esta nomenclatura foi criada pelos americanos e que seria um simples equivalente oriental da prostituta. As Geiko são mulheres japonesas que estudam por 5 anos sua cultura e exercitam e apresentam por toda a vida a tradição milenar da arte da sedução, dança e canto japoneses. Elas podem chegar a flertar, mas seus clientes sabem que nunca passará disso, por mais que existam mil histórias de homens que se encantaram com o carisma e a doçura de uma Geiko. As Maiko são as aprendizes de Geiko que, assim como elas, se caracterizam com trajes e maquiagens tradicionais.

A rua fica lotada de turistas, com câmeras em punho, olhando atentamente para cada pessoa que aponte lá no comecinho da rua. Senti como se eu estivesse numa premiére de filme internacional junto com centenas de paparazzi. E esse é o único jeito de vê-las; um show custa US$2.000,00 por pessoa e, mesmo que você queira fazer este ‘investimento’, não é qualquer um que pode assistir ao show. Você tem que ser japonês ou ter conexões com pessoas importantes dali. O povo local conta orgulhoso que o próprio Tom Cruise quis assistir a um show quando filmava no Japão o Último Samurai, mas que não foi aceito pelos donos das casas de show.

E por que será que todo mundo quer tanto vê-las?

Respondo por mim: uma gueixa é uma manifestação cultural, simbólica repleta de status, delicadeza e tradição. E num mundo onde tudo e todo mundo está tão exposto, qualquer coisa que carregue um pouco de mistério torna-se atraente.

Tem também as lendas, a aura de sedução e a elegância no mundo de alta cultura de que a gueixa faz parte, onde elas são chamadas de karyūkai (a flor e mundo de salgueiro).

Uma gueixa famosa, Mineko Iwasaki, disse que isso é porque “gueixa é como uma flor, bela em seu próprio estilo, e como um salgueiro, graciosa, flexível, e forte.”

Maeda

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quarta-feira, maio 12th, 2010 Sem categoria Nenhum Comentário

Uma cena que valeu a pena!

Em meio a cenas diárias de alagamento que cortam o coração e um calor desconfortável, sem precedentes, avistamos hoje uma cena de verão muito prazerosa, no meio da Avenida Hélio Pelegrino: três meninas, uma loira, uma ruiva e uma morena, as 3 de shorts, duas delas de bota e….. o mais inusitado…. guarda-chuva. Isso mesmo, guarda-chuva aberto embaixo do Sol, como faziam as mulheres do interior quando eu era pequenininha e morava em Santo Anastácio. Eu nunca tinha visto isso em São Paulo.

Nos aproximamos das garotas. Paramos o carro e o trânsito atrás dele. Pedimos às garotas para fotografá-las. Elas responderam com uma pose imediata. Nós perguntamos: vocês são modelos? Resposta em grupo: SIM!!!!!!! Lindas, simpáticas, convictas daquela atitude retro, de abrir o guarda-chuva embaixo de Sol, em pró de uma pele branca e lisa, de modelo.

Obrigada queridas, pelo sorriso e pela cena colorida de verão. Vocês são lindinhas mas o estilo e a simpatia de vocês a tornaram únicas. Continuem assim, distribuindo sorrisos coloridos pelas ruas de São Paulo. É o que as pessoas mais precisam.

Rita Almeida e Murilo de Carvalho

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quarta-feira, fevereiro 24th, 2010 Sem categoria 2 Comentários

A irritante qualidade de vida que queremos ter

“Aqui no Rio a gente trabalha o necessário”

Foi o que eu ouvi de um entrevistado durante um trabalho de campo no Rio de Janeiro, seguido de um sinal de alerta, de que realmente alguma coisa estava errada.

E assim passei a me irritar com a alegria, o otimismo e a felicidade daquele povo, que parece ter descoberto uma receita secreta de como viver bem. Na verdade, secreta coisa nenhuma, porque está lá na frente de todos, as 18h30, no voleibol na praia, na musculação no parque, na caminhada na lagoa, nos bares da zona norte e oeste, nos corpos esbeltos do calçadão, nos apartamentos vazios.

Me irritava porque era algo que não tinha e que sempre quis ter. Só esqueci de pensar nisso.

E voltando à primeira frase do post, não acredito que os paulistanos trabalhem mais que os cariocas, mas vejo que muitas vezes não sabemos o que fazer com o resto do tempo. E assim como os cariocas passaram a frequentar a praia à noite, por exemplo, voltei achando que está na hora da gente mudar alguns comportamentos.

E fica aqui o convite: peguem suas bicicletas (e esqueçam um pouco dos seus carros), revisitem os parques, cheguem e saiam mais cedo do trabalho, não recusem convites para uma cervejinha, e não cheguem nos lugares já pensando em sair, façam seu dia durar mais.

O mundo não vai acabar por isso. Ou melhor, aquele antigo talvez acabe sim, mas outro totalmente novo vai começar. Ou você pode simplesmente achar que é melhor deixar pra pensar nisso só amanhã.

Rafael Mendonça

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terça-feira, fevereiro 23rd, 2010 Sem categoria 5 Comentários

Ingressos limitados, show abertos

Uma das delícias do mundo digital é ter acesso a tudo, sem hipérbole. Informação hoje é genérico para fotos, mapas, dados, imagens, textos, livros, vídeos, e tudo que pode sair do mundo físico e entrar nos bits. A indústria musical sofre muito com isso e blá blá blá. Só que as coisas estão tomando novas proporções, para além do mp3 e do download “ilegal”.

Em 2009, com um ano abençoado de shows aqui no Brasil, dois projetos paralelos tiveram a brilhante idéia de remontar dois ótimos shows. A mecânica era reunir os vídeos das pessoas que estavam presentes e filmaram pedaços dos shows, independente da qualidade e da duração. De pedacinho em pedacinho, os projetos Rain Down Project e Our Eyes On Keane conseguiram remontar, com um fantástico tom artístico/amador, os shows do Radiohead e do Keane no Brasil.

[Our Eyes On Keane]

[Rain Down Project]

São montagens brilhantes, principalmente quando enxergamos todo o processo. Um fã com habilidades de edição e montagem recorreu a vários fãs que viram e filmaram pedaços do show para elaborar o material. Depois do material pronto (em versões mp3, YouTube, Vimeo, e até DVD com capa), disponibilizou para o mundo inteiro aproveitar. Isso é lindo. É a filosofia do Crowdsourcing, colocando em contato que sabe fazer com quem quer colaborar, sem fins lucrativos. E tudo pela música!

Eu, sinceramente, não me importo com as conseqüências para a indústria fonográfica caso isso vire moda. É uma nova dimensão para os antigos Bootlegs, para a discussão da pirataria, de direitos autorais e de distribuição de conteúdo. Quero mais é ver a indústria pegar fogo e poder ver o show a hora que quiser.

Aliás, já existe um próximo projeto em vista, o Brazil in Technicolor, que quer remontar a vindoura turnê do Coldplay no Brasil. Se você vai estar no Morumbi dia 02/03 ou na Praça da Apoteose dia 28/02, não custa nada usar a câmera do celular ou a máquina fotográfica para guardar suas lembranças e até colaborar com um projeto bem maior.

Bons shows!

Rafael Lavor

P.S.: E fica dicas da autora do Brazil in Technicolor para os futuros colaboradores:

* vale filmar a si mesmo e aos amigos cantando as músicas

* a espera no aeroporto

* a distribuição de autógrafos

* a abertura dos portões

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sexta-feira, fevereiro 19th, 2010 Boas idéias Nenhum Comentário

Quando publicidade é um jeito de ser

Nesse feriado de carnaval o Brasil mostrou que realmente está na moda, com direito a celebridades internacionais desfilando pela Sapucaí e destaque na mídia nacional e internacional. Madonna, Gerard Butler e Paris Hilton deram o que falar. Mas no que diz respeito ao nosso trabalho, me chamou a atenção a garota-propaganda da cerveja Devassa.

Como estratégia de marca confesso que achei muito déjà vu usar mulher para vender cerveja e me questionei se é o tipo de coisa velha que continua dando certo ou se passou da data de validade mesmo. Não cheguei a uma conclusão.

Mas Paris Hilton é um ícone para muita gente que sonha com essa vida de boneca Barbie de verdade: linda, rica, famosa, hedonista, está nas festas mais badaladas, parece que até o ar que ela respira é “mais chique” e cor-de-rosa. Como se não bastasse, a garota é polêmica, o que dá um “quê” de “autenticidade” – no sentido de quem não se limita pelo que os outros pensam e exibe seu estilo de vida à curiosidade alheia sem medo.

Não sei se o que Paris Hilton agrega à marca é suficiente para fazer alguém trocar a sua marca de cerveja, nem se quem bebe cerveja faz parte desse grupo de admiradores dela. Mas como estratégia para gerar mídia espontânea não poderiam escolher garota-propaganda melhor. E o Twitter da moça é um veículo poderoso não só de comunicação com seus fãs (como acontece com a maioria das celebridades) mas de RP para as marcas.


Não sei se por estratégia mesmo ou puro narcisismo da herdeira Hilton, mas o fato é que Paris faz questão de divulgar não só tudo que faz, pensa, avalia, as festas que freqüenta, as viagens que faz, fotos de infância, como também as marcas que usa e que usam sua imagem. E não faltam curiosos, fãs e seguidores – só no seu Twitter são mais de 1 milhão. Paris twittou algumas vezes o comercial da cerveja com comentários como: Check out my hot new sexy video ; ) - Brazil Rocks!” “Best Beer on Earth”, entre outros. O bacana é que em meio a comentários carinhosos sobre o Valentine’s Day, o namorado, a família, fotos de infância, seus comentários sobre a marca soam tão verdadeiros quanto.

É diferente da Xuxa “tomando banho” de Monange na TV. No meio de comentários reais da socialite, o que ela diz sobre as marcas soa igualmente verdadeiro. Estratégico ou acidental, só o fato de deixar essa dúvida indica que é mais real.

Bárbara Bufrem

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quinta-feira, fevereiro 18th, 2010 Sem categoria 3 Comentários

Jovens Empreendedores

A CO.R teve a chance de fazer uma parceria com a ÉPOCA NEGÓCIOS em uma matéria onde eles traçam o perfil de jovens empreendedores: como pensam, sua trajetória e o que planejam para o futuro.

Trabalhar com a ÉPOCA NEGÓCIOS já é um começo ótimo porque, de partida, você já sabe que a matéria será profunda, interessante e original, como de fato aconteceu. Mas esta foi especial porque as pessoas que revelamos eram muito especiais.

São jovens que em geral atuam na economia criativa ou no universo da tecnologia e todos produzem pautados pela inovação. Eles começaram em geral por volta dos 15 anos, tanto a pensar de forma empreendedora como a ganhar dinheiro com o que pensavam e faziam: criavam jogos, arrumavam o computador de casa ou assumiam papéis na escola. Espírito empreendedor, já nasceram com isso.

Quanto à formação, uma parte deles tem um espírito acadêmico, aqueles que vão irritantemente bem na universidade, ficam amigos dos professors e definitivamente sabem tudo de tudo e as notas explodem a cada bimestre. E os auto-didatas que são intuitivos e aprendem a vida toda buscando curadoria de conhecimento nos lugares e junto a pessoas que possam construir um pensamento mais interessante e original.

Para que tudo isso?

Para criar negócios que os permitam fazer diferença no mundo. Diferença em algum sentido, para melhorar alguma coisa, a vida das pessoas de alguma maneira. Para se reinventar constantemente e repensar a forma de fazer as coisas para que a inovação abra espaço para o seu crescimento pessoal, profissional e das suas empresas que, independente do tamanho, tentam manter a flexibilidade necessária aos comportamentos originais.

Rita Almeida

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terça-feira, fevereiro 9th, 2010 Sem categoria Nenhum Comentário

Protesto!

Recentemente fazendo um trabalho sobre a classe C, conversei com uma menina de 22 anos sobre responsabildiade sócio-ambiental. (Não com essas palavras chatas, claro.) Ela me contou que não se preocupava em cuidar do meio ambiente até sua casa ser alagada: “Descobri que tem muito a ver com o lixo que a gente joga na rua, agora vou procurar cuidar mais”. Aqui em São Paulo está sendo veiculada uma propaganda que visa educar a população a não jogar lixo na rua - tão “realista” que o Edson Celulari dá autógrafo dentro do ônibus…

Sempre soube que São Paulo não era a cidade-modelo em limpeza. Mas quando cheguei aqui percebi que é ainda pior: encontrar lixeiras pelas ruas de São Paulo é uma missão quase impossível! (Para lixo reciclável então…) Ou seja: se você não foi muito bem doutrinado a caminhar quilômetros com um lixo na mão até encontrar uma lixeira, o lixo acaba no chão mesmo.

Pior: hoje almocei no Shopping Vila Olímpia e descobri que tem tantas lixeiras quanto nas ruas - a gente anda, anda, anda e nada de encontrar uma! Fora a lixeira da praça de alimentação, que não separa orgânico de reciclado.

São Paulo, mais do que nunca, sofre as conseqüências de tamanha irresponsabilidade. Se já é um absurdo uma cidade tão cosmopolita ainda ser tão retrógrada nesse sentido, pior é perceber que as pessoas e estabelecimentos comerciais ainda aceitam como se não fosse um ultraje.

Bárbara Bufrem

(Fonte da imagem)

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segunda-feira, fevereiro 8th, 2010 Sem categoria Nenhum Comentário

A geração da troca

A ideia deste texto é provocar algumas reflexões sobre uma pergunta que já se tornou um clichê: “Qual é a causa da juventude de hoje?

Para começar, vamos olhar para o topo da pirâmide, um recorte bastante estereotipado. O perfil é o seguinte:

Já temos informação suficiente para presumir que se trata dos “mauricinhos”, “filhinhos de papai”, apreciadores da futilidade, da vida fácil e dos bens materiais. Essa fatia da juventude já é formadora de opinião, e tem grande potencial de estar, em breve, na liderança do país. É exatamente esta faixa que preocupa os mais críticos que insistem em taxar a juventude atual como apática, vazia, egoísta e desprovida de sonhos.

Pois é, mas há algum tempo tenho evitado ao máximo fazer este tipo de distinção. São jovens exigentes, sim, que enxergam o luxo como um meio de trazer o conforto que estão acostumados, mas não necessariamente como um fim – uma premissa de vida.

Talvez o “vazio” não esteja dentro deste jovem, mas no mundo que ele encontra aí fora. E uma das formas que tenho observado alguns destes jovens preencherem suas vidas é através da troca. Enquanto “possuir” é algo estático, “trocar” é movimento, transformação.

Já que a internet derrubou as barreiras do tempo e conhecimento, e esvaziou o valor da propriedade, a prioridade passou do “ter” para o “fazer”. Nesse ambiente, estes jovens podem e QUEREM trocar. Experiências, culturas, conhecimento, sensações e humanidade.

Aquela viagem de 7 dias para o Tahiti, e até o intercâmbio para a Califórnia (para dar aquela reforçada no inglês), estão dando lugar para novos sonhos: participar de um programa mundial de jovens empreendedores, construir casas para famílias muito humildes, monitorar crianças de dezenas de países do mundo em um “acampamento multi-cultural”, receber estrangeiros como irmãos em sua casa e até participar da reconstrução do Haiti.

Trocar significa aprender, ensinar, fazer, receber, construir, conviver, se colocar no lugar. E assim os jovens estão liderando a construção de um mundo mais plural, conectado e livre. Um mundo vazio de paredes e cheio de calor das múltiplas relações humanas.

Rafael Mendonça

Para quem se interessar, aqui alguns links das iniciativas citadas:
http://www.umtetoparameupais.org.br/
http://www.br.cisv.org/
http://www.yip.se/
http://www.couchsurfing.org/

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quarta-feira, janeiro 27th, 2010 Sem categoria 2 Comentários

Notícias do Rio

O Rio é a bola da vez e, por coincidência, eu me mudei para cá nessa época. Há tempos frequento a cidade como turista, mas agora estou tendo uma experiência diferente, é claro, que gostaria de compartilhar com vocês.

Ontem vi uma notinha no Globo que me chamou atenção: um comportamento novo que, ao ser divulgado, tende a crescer muito nesse verão.

Beijos, Mariane

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sexta-feira, janeiro 15th, 2010 Sem categoria Nenhum Comentário

CO.R às 5

A CO.R é uma consultoria de inovação estratégica fundada por Rita Almeida. Para falar com a gente, 11.3589.5785 ou cor@corinovacao.com.br. Visite também o nosso site e fique atento ao blog - todo dia, às 5 da tarde, alguma nova idéia ou descoberta.

 

setembro 2010
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