Archive for dezembro, 2008
Que venha…2018
Mais um final de ano chegando e trazendo algo inevitável – as retrospectivas do ano que passou, o especial do Roberto Carlos e os planos para o ano que vem chegando.
E com tudo isso vem a dúvida da sempre: o que será que este novo ano reserva para mim?
Mas, e se ao invés de pensar no próximo ano, imaginássemos como estará nossa vida daqui 10 anos? Mais do que isso, sobre o que as pessoas estarão falando, e o que a imprensa estará cobrindo em 2018?
Consegue imaginar?
Encontrei um blog que resolveu viajar no tempo e traz direto do ano de 2018 a cobertura dos fatos de maior repercussão no Brasil e no mundo.
Entre as maiores bombas que li, as que mais boto fé são: o casamento de Roberto Carlos e Sandy (eu já suspeitava!), Netinho de Paula ganhando a disputa pela prefeitura de São Paulo, Maisa Silva (a apresentadora mirim) despirocando por este mundão, Mallu Magalhães mostrando suas curvas, e após o desafio de interpretar Ray Charles, Jamie Fox atuando no papel de James Bond.
E aí? Você concorda com alguma previsão ou acha piração demais?
Rafael Mendonça
Retro-post
Nós estamos viciados no blog. Tudo que acontece a gente logo pensa: isso pode virar um post!
Hoje a Lali apareceu aqui na CO.R com um guarda-chuvas que ela comprou no sinal. Estamos em um ritmo de gincana, todo mundo ralando pra caramba para terminar o ano, e vem ela com essa gracinha. Logo tiramos a foto (com a participação do Rafa) para o blog mas ai veio a questão: vamos escrever sobre o que?
Como estamos muito enlouquecidos para tentar dar sentido a isto, pedimos a ajuda dos universitários para escrever um retro-post.
Que texto você sugere para acompanhar a foto ai do lado?
Mariane
A primeira vez.

Em julho, no deserto do Atacama, que tem o céu mais limpo do mundo, eu e a Gabi (minha filhota) visitamos a casa de um astrônomo que trocou a França pelo deserto do Chile para ter uma visão cristalina do céu em 95% do tempo. Foi quando me senti mais perto do céu. Ainda nessa noite iluminada, onde pude decifrar constelações, o exótico frances nos ajudou a tirar uma foto da Lua como se estivesse pertinho, com a ajuda de um de seus poderosos telescópios. Portanto, nesse dia eu tive acesso ao céu mais limpo do mundo e fotografei a Lua pela primeira vez.

Agora me conte você: qual foi a ultima vez que você fez alguma coisa pela primeira vez?
Comente aqui , no blog CO.R as 5!
Rita Almeida
Co-working no café
Toda vez que estudamos o fenômeno do co-working (a galera que se junta em determinado lugar público, quase sempre um café, para trabalhar junta) acabamos utilizando exemplos e fotos internacionais. Esse sábado estava passeando pela Vila Nova e entrei no Café Manuscrito, da Afonso Bras. Lá dentro, uma mesa com umas 10 pessoas, turma do último ano de Psicologia da FMU. O pessoal compenetrado tentava caprichar nos últimos trabalhos. Eles me contaram que adotaram a aconchegante livraria/café durante a faculdade. Daqui há 15 dias, formados, vão sentir saudades do co-working ansioso dos últimos dias da sua formação. Que eles se formem e tornem-se muito bons profissionais. Nos malucos dias de hoje, precisamos de vocês, talentosos e sensíveis psicólogos, mais do que nunca.

Rita Almeida
O instante do segundo
Esse papo de pequenos momentos sempre me pareceu muito “coisa de menina”.
Tá certo que, trabalhando rodeado de mulher, a gente até aprende a repensar alguns desses assuntos que elas lêem na Vida Simples. Mas pra falar a verdade, eu sempre achei isso uma grande viagem cor de rosa…
Só que hoje, durante uma reunião difícil no cliente, acabei descobrindo que existem coisas que realmente são capazes de pausar o tempo por um instante. E depois contaminar seu humor, sua auto-confiança, sua forma de se expressar.
De uma hora para a outra, a sempre atrasada Rita chega na reunião - pega uma caneta - puxa a mão do cara aflito que precisava convencer uma platéia feroz - e desenha um carinho.
Pausa - olhar - pronto! Os leões são passarinhos, e o menino continua firme e confiante, com a mão suja de tinta.
Bruno
Gloriosa, a rainha do funk!
Nós aqui da CO.R estamos viciadas na flor Gloriosa. Vocês conhecem? Com a gente aconteceu assim, queríamos dar flores no aniversário da Mari Zampol, uma mulher chique, descolada e super entendedora de jardins e afins. Ligamos na nossa fornecedora de flores e fizemos um breve briefing da Mari, perguntando que flor seria mais surpreendente para darmos para ela e nos recomendaram a tal da Gloriosa. Simplesmente amamos!
Ultimamente sempre que temos que mandar flores para alguém, mandamos a Gloriosa. Outro dia, quando estávamos comemorando a conquista do prêmio da APP da Rita aqui na CO.R, mandamos entregar Gloriosa para ela, com direito a trilha sonora by McMarcinho adaptada por nós: Gloriosaaaa, rainha do funk. Poderosaaaa olhar de diamante…
Para os que ficaram curiosos, a Gloriosa é uma trepadeira originária da África, da mesma família dos lírios. As flores, que aparecem na primavera e no verão, são um show a parte com tons alaranjados e vermelhos e em vaso duram pelo menos uma semana.

E hoje - motivo desse post - queríamos mandar flores para uma grande amiga da Rita que está nos ajudando em um dos projetos que temos por aqui. Adivinha que flores mandamos?
Mariana
Paulo Von Poser em estado de graça

Paulo Von Poser é um artista-arquiteto que se tornou conhecido por suas rosas e cenas da cidade de São Paulo. Eu adoro o seu trabalho mas isso é só o começo.
Ele acaba de participar, durante 4 meses, da restauração do “Theatro Guarany”, inaugurado em 1882 na cidade de Santos. O teatro, em ruína desde os anos 80 teve um projeto de restauro liderado pelos arquitetos Ney e Gino Caldatto. Paulo passou esse período trabalhando em desenhos que homenageiam Santos no teto e platéia do Guarany. O resultado é impressionante de lindo e ele diz que este é o seu desenho maior, em tamanho, gratidão e graça. Concordo com o artista, quando a gente faz o que acredita e nos faz feliz fica tudo mais bonito. Parabéns Paulinho!
Rita Almeida
Oi São Paulo
A oi é uma das marcas que mais investem em ativação no Brasil. Talvez porque já tenha nascido no tempo do relacionamento estreito das marcas com seus targets.
Somente para entrar em São Paulo, a operadora já lançou a radio oi FM SP (antes mesmo de atuar efetivamente na região), fez uma festa super original no Viaduto Santa Ifigênia, para os skatistas trouxe a máxima emoção da mega rampa e no domingo de manhã fui surpreendida por mais uma ação da marca: um aviãozinho que deixou no ar um rastro de fumaça que formava a palavra “oi”, como se cumprimentasse o paulistano em um dia de descanso. Uma ação simples como o posicionamento da marca (oi. Simples assim) mas muito simpática.

Tenho orgulho da CO.R ter participado (com a B/Ferraz) da criação da estratégia de entrada da marca em São Paulo. Mas apesar de já conhecer a estratégia, acordar com aquele oi no céu foi a maior gracinha do meu domingo. O que mais a descolada marca fará para se conectar com o apressado paulistano?
Rita Almeida
O que fazer quando não estamos fazendo?
Vivemos num mundo (ou melhor, numa cidade) que não te permite perder tempo. Tempo é a nova moeda, sim senhor. Temos que multiplicar nossas tarefas dentro do mesmo período, da mesma hora, do mesmo dia, para fazer valer nossa produtividade. Um dos problemas crônicos, que aprisiona horas e horas todos os dias, é o trânsito. Eu, por exemplo, chego a ficar duas horas e meia por dia circulando de ônibus. E olha que sou um caso altamente comum. Existem pessoas que chegam a perder 4, 5 horas todo santo dia.

E, afinal, o que fazer nesse tempo? Sentar e esperar? Amontoar-se junto aos outros e admirar o trânsito? Hoje temos alternativas pra nos tirar desse sufoco cotidiano. Cada vez mais vejo pessoas instalando DVDs em carros, e ficam vendo seriados americanos quando a marginal está entupida. Temos a BusTV, uma simpática iniciativa televisiva com conteúdos amenos para as longas horas do coletivo. Já é raro ver alguém que não tenha um mp3 player auxiliando na viagem. Os mais esforçados lêem, ainda que em pé. Os mais espertos apelam para os audiobooks, boa iniciativa, dependendo do que estiver lendo/escutando. Os mais calejados dormem, não importando a posição. E quem tem companhia, conversa sobre a vida.
Eu já criei um ritual: cada viagem de ônibus, escuto um novo álbum de música inteiro, com direito a repetecos das melhores faixas, trilha sonora que me motiva em 15 a 20 páginas de leitura. Contando que são duas viagens dessa por dia (e que minha paciência varia muito), no final de uma semana, o trânsito me rende 5 álbuns musicais e 1 livro.
E você? Como você faz para aproveitar o trânsito?
Rafael Lavor


