Criatividade começa com crise

Estou participando de um programa de entrevistas conduzidas pelo Celso Loducca na Casa do Saber. Na primeira semana ele entrevistou o Alex Atala, dono de uma experiência incrível. Na vida passou de espírito punk ao 18o melhor restaurante do mundo com o D.O.M.. De tudo de incrível que ele falou, fiquei com uma ideia relacionada a sua origem brasileira: “eu canto minha tribo e tenho orgulho e sorte de ser brasileiro. Precisaria de 3 vidas para explorar tudo o que o Brasil me oferece em sua biodiversidade.”

Na segunda entrevista, o Celso convidou o Rodolfo García Vázquez, um apaixonado e inspirador diretor de teatro. Ele começou a entrevista dizendo o que, para mim, ficou como a maior inspiração: “a criatividade vem da crise”. Toda inovação vem de uma insatisfação - uma vontade de que algo seja diferente. Então você tem a motivação para mudar, fazer diferente e portanto CRIAR.

Quando alguém perguntou o quanto é sofrida a crise dele, Rodolfo respondeu que a crença de que o resultado será incrível faz com que a própria crise seja prazerosa.

Por uma crise como essa deve ter passado o próprio Loducca. Um publicitário, criativo e dono de agência por muito tempo, provavelmente teve vontade de ampliar seus horizontes e escolheu para isso explorar o melhor e as mais verdadeiras experiências de vida de pessoas inspiradoras. Bela crise, ele se revelou um ótimo entrevistador - tranquilo, espontâneo, que interage tanto com o entrevistado quanto com quem está em volta. Você sente que está em um bate papo informal e inspirador. Para quem assiste, é prazer sem crise.

Rita Almeida

segunda-feira, agosto 30th, 2010 Sem categoria 1 Comentário

Lia Rodrigues

Eu estava na Travessia ainda quando me veio uma vontade louca de dançar. Sim, por que não? Aos 28 anos, retorno de Saturno sobre a minha cabeça, cobranças, aflições e chamados do Universo… eu pensei comigo mesmo: ainda dá tempo de me comunicar pelo corpo, por que não? Parar de ficar na cabeça e deixar descer para as pernas, quadris. Expressar-se pelas mãos, pés. Usar a parte de baixo e esquecer um pouco a parte de cima. Sim, por que não? Então ficou decidido. Esse semestre eu inicio minha jornada na dança. Aulas de contemporâneo, dança moderna, clássica, indiana. Tudo que me der na telha. Tá decidido. Depois de tanto tempo vendo tanto teatro e galeria, nada tem sido mais estimulante para mim que um bom espetáculo de dança.

Ontem eu fui ver a mostra da Lia Rodrigues. A CIA dela comemora 20 anos de existência com um circuito especial de 19 apresentações pelas unidades do SESC. Ontem, no  SESC Consolação foi apresentado o espetáculo Formas Breves e eu fui lá  espiar. Fiquei chocada. Lindo de viver. Lindo de doer. Porque é daqueles lindos que dói na alma da gente.


FORMAS BREVES é uma esquina imaginária onde acontece o improvável encontro de dois criadores: o alemão Oskar Schlemmer (1888-1943), um dos fundadores do movimento de design e arquitetura Bauhaus, e Ítalo Calvino (1923-1985), um dos maiores nomes da literatura italiana. Em comum entre os dois, a discussão do homem e seu futuro e a investigação das estruturas por trás da obra artística. Schlemmer se preocupava com a relação do corpo com a geometria e o espaço; Calvino, com a estrutura do texto.

Esse não dá mais pra ver, ontem foi o último dia. Mas a notícia boa é que no final de semana tem um outro espetáculo dela: Pororoca

De acordo com a definição literal, pororoca é o encontro de correntes marítimas contrárias, de águas doces e salgadas. No palco, o que se vê é o encontro de 11 bailarinos e suas diferenças e semelhanças. O espetáculo foi apresentado em novembro de 2009 no Théâtre de la Ville, em Paris

Dia 28/08 (sábado) :: SESC Santana, às 21h :: Pororoca

Dia 29/08 (domingo) :: SESC Santana, às 19h30 :: Pororoca

Aproveitem!

beijos

Lali

quinta-feira, agosto 26th, 2010 Sem categoria Nenhum Comentário

Dzi Croquettes & Travessia e afins

Eu acabei de voltar de uma viagem maluca que fiz a trabalho, prazer, diversão, conhecimento e expansão de horizontes internos e externos. Fiquei 25 dias fora da COR, filmando um road-movie-surreal com amigos, entre músicos, artistas plásticos e atores pelo sertão do nosso Brasilzão. Filmando nossa viagem, as pessoas que a gente conhecia pelo caminho - e os personagens que criamos para nós mesmos. Antes de partir, eu escrevi um post  sobre a viagem aqui: http://corinovacao.com.br/blog/?p=4367

Então eu cheguei ontem e não sei nem por onde começar. Sabe a sensação de viver uma coisa tão grande, tão forte, que o corpo parece que veio, mas a alma e o coração estão ainda perdidos pela estrada, por algum barco ou bicicleta. Voltarão em breve, assim espero.

Então hoje eu sentei ali do lado da Rita, e comemorando boas notícias da COR eu disse a ela: Você tem que ver esse documentário - Dzi Croquettes. Ela riu da minha cara e disse que já tinha visto, óoooobvio. Ficamos lá, que nem bobas, comentando algumas cenas e se enchendo da coragem dos caras. Porque aquilo ali é viver. Aquilo é vida de verdade. Que ama e dói da flor da pele ao pó do osso.

“Nem homem. Nem Mulher. Gente.” Assim os Dzi Croquettes se definiam. Era uma gente extraordinária que, em plena ditadura militar, ousou quebrar a rigorosa censura vigente no Brasil com irreverência e graça. Pense em um bando de 13 homens peludos e escrachados que subiam ao palco em vestidinhos, meias-calças, saltos altíssimos, maquiagem pesada, piscando imensos cílios postiços em performances de dança, esquetes de comédia em espetáculo inclassificável, mas tão único que arrebatava fãs por onde passava.

A irreverência foi tanta que por vezes foram proibidos de se apresentar no País. Mas caíram nas graças do público brasileiro e também do europeu, mais precisamente de Paris.

Mick Jagger era fã. Lisa Minelli a madrinha. Os caras arrebentavam. Mesmo. Mesmo. Mesmo.

Mudou a minha vida. Eu vi  o filme um dia antes da minha viagem, da minha travessia. E sem dúvida, ele abriu as estradas e os caminhos todos para que eu pudesse mergulhar nesse nosso mundão incrível.

Em cartaz no HSBC e Reserva Cultural.

Corre!

Beijos,

Lali

quarta-feira, agosto 18th, 2010 Sem categoria Nenhum Comentário

Donka - Uma carta a Tchekhov

Ontem fui ao teatro assistir Donka - Uma carta a Tchekhov.

Por meio da linguagem do circo-teatro, o espetáculo faz uma homenagem a Anton Tchekhov, utilizando palhaços, músicos e acrobatas que festejam 150 anos do nascimento do autor, que além de escritor era também médico e pescador.

As imagens criadas em cena são fantásticas. Fragmentos da vida e da obra de Tchekhov são encenadas de maneira poética, divertida e cinematográfica; o esperado quando se trata da direção de Daniele Finzi Pasca do Teatro Sunil.

Teatro do bom! Daqueles que enchem os olhos e a alma.

Vale muito a pena ver e fica pouquíssimo tempo em cartaz.

SESC Pinheiros
Dia(s) 14/08, 15/08, 17/08, 18/08, 19/08, 20/08 Sábado, terça, quarta, quinta e sexta, às 21h. Domingo, às 18h.

Maeda

segunda-feira, agosto 16th, 2010 Sem categoria 2 Comentários

Marca e seus significados

A marca é a voz do produto, constrói entorno dele um conjunto de significados e o torna único para o consumidor. Comunicar não somente a que coisa o produto serve, mas também o que ele significa é uma das atividades mais complexas do gerenciamento de marca.

Mas por que a marca é importante?

A marca é um capital de imagem que cria percepções na mente do consumidor capaz de determinar posições entre as possíveis escolhas para um determinado produto ou serviço. Em outras palavras, a marca é o elemento chave que busca conciliar os valores da organização com o critério de escolha do consumidor.

O que leva uma pessoa a tatuar uma marca no corpo? O que leva uma pessoa a criar uma comunidade online para conversar sobre as experiências com uma marca? Por que as propagandas hoje falam mais em ‘confiança’, ‘verdade’, ‘escolhas’?

Essas perguntas nos levam a olhar para o significado das marcas.

Ao adotar a visão da organização X, a marca pode ser tratada como um ativo estratégico a ser gerenciado para gerar cada vez mais valor.

Já para fornecedores e parceiros, a marca da organização X pode significar as expectativas quanto ao tipo de negociação, ao comprometimento quanto ao fluxo de pagamentos, a honestidade quanto aos termos da prestação de serviço e etc.

Se olharmos para a comunidade, a marca da organização X pode representar a maneira pela qual ela gerencia os impactos ambientais, sociais e econômicos que ocorrem na comunidade onde se instalaram.

A concorrência pode olhar para a marca da organização X e sentir a necessidade de mudar de conduta ou considerar novas variáveis.

Para o ‘mundo de negócios’, como a bolsa e gestores de outras organizações a marca da organização X pode representar a aposta de um valor futuro de dividendos ou ainda novas maneiras de abordar processos e situações.

Para o ‘mundo acadêmico’ a marca da organização X pode ser um novo case a ser estudado.

E por fim, para o cliente pode ser que a marca da organização X represente um produto de confiança. Pode ser porque essa são algumas das inúmeras possibilidades, mas se olharmos a fundo percebemos que estamos sempre falando de relacionamento entre pessoas, significados, experiências e expectativas.

As marcas atuais de sucesso nasceram do encontro entre a utilidade do produto e a imaginação que foram capazes de despertar nos indivíduos. Elas são capazes de criar e manter um relacionamento com seus consumidores. Isso porque as pessoas não compram produtos somente para usá-los, mas também pela magia que podem oferecer ou ainda pela capacidade de comunicar quem aquele individuo é e valoriza.

Isabelle

sexta-feira, agosto 13th, 2010 Sem categoria 1 Comentário

Uma segunda voz

Na semana passada, a imprensa comentou sobre o projeto do núcleo Corpo Rastreado, que disponibilizou um audioguia para as pessoas revisitarem a Avenida Paulista (em um novo contexto).

Conhecendo com mais calma a ideia do projeto, simpatizo muito com a ideia que permite a participação de uma segunda voz, um segundo olhar que se instala, que sentimos vir de dentro e desvia os nossos olhos e sensações para coisas que não estamos acostumados a perceber.

O trunfo do projeto pra mim é despertar algo que os planejadores - e todas as pessoas - devem buscar com frequência:

A possibilidade de ouvir esta segunda voz, que distrai, que questiona, que viaja, que encontra novas referências, novos cruzamentos, novas traduções para as informações a que estamos expostos - sejam imagens, gestos, vozes. É essa segunda voz que costumam chamar por aí de intuição.

Ouça ela sempre que puder e se permita enxergar além. Afinal, no pior dos casos, o resultado será um ponto de vista original sobre as coisas.

Rafael Mendonça

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terça-feira, agosto 10th, 2010 Sem categoria Nenhum Comentário

Pandaréu

Nós aqui da CO.R estamos sempre procurando um lugarzinho gostoso para almoçar… e encontramos, o Café Pandaréu!

Pandaréu é o filho escandinavo da inusitada união entre a deusa Saúde e o artesão Gourmet. Sua personalidade mistura a sabedoria e equilíbrio herdados da mãe, Saúde, com a inventividade, a alegria, e o hedonismo do pai, Gourmet.

Eles fizeram bem feito!

Esse cafezinho super charmoso fica no Shopping Vila Olímpia e tem seu conceito super bem explorado nos quatro cantos da loja.

Os pratos são feitos com ingredientes gourmets, uma comidinha saborosa e equilibrada. Nas paredes, um pouco da história e inspiração, sugestões de combinações, e detalhes que fazem toda a diferença.

A experiência não pára por aí!

O papel de mesa que sugere uma combinação gostosa e sem culpa, é uma deliciosa surpresa, assim como o suporte do guardanapo e dos talheres, o detalhe na jarra dos sucos, e para finalizar… a aparência dos pratos e sua variedade de texturas e sabores que completa a experiência e a magia do lugar.

Fazer bem feito, faz a diferença. :)

Rita e Marília

segunda-feira, agosto 9th, 2010 Sem categoria Nenhum Comentário

Caixas de surpresa

No final de semana passado estive em Paraty e fui conferir o espetáculo “Em Concerto”, do grupo Contadores de Estórias. Experiência emocionante!

Um teatro de bonecos que envolve e sensibiliza através da narrativa “sem palavras” composta por sete diferentes histórias sobre a velhice, maternidade, erotismo, suicídio, e outros temas adultos.

Uma poesia não falada. Mas para que palavras?

Aquelas cenas falam direto com a alma, não é preciso que a emoção ganhe forma e se traduza em vocábulos…

Ali no palco, é como se os bonecos roubassem a alma de suas precursoras que se fazem escravas de seus desejos, permitindo que eles ganhem vida, brilhem e se expressem com autonomia. Isso tudo com uma intensidade e uma vontade de fazer valer aqueles poucos momentos valiosos em que estão livres e fora de suas caixas empoeiradas que até os espectadores passam a repensar como estão conduzindo suas vidas.

É essa ânsia por viver o momento e fazê-lo valer que dá sentido a minha vida, porque a qualquer momento podemos ser esquecidos em uma caixa escura e ir para o porão.

Marília

sexta-feira, agosto 6th, 2010 Sem categoria Nenhum Comentário

6 milhões de outros

Há algum tempo tive o prazer de encontrar este formidável projeto do diretor e fotografo francês Yann Arthus Bertrand que em 2003, após realizar um projeto fotográfico genial intitulado de “A terra vista do céu”, se lançou em um projeto que buscava entender o que separa e o que une as pessoas ao redor do mundo, criando um verdadeiro retrato do comportamento humano da atualidade.

A idéia para um projeto como esse surgiu como muitas das boas idéias surgem, da frugalidade do dia-a-dia, do olhar descompromissado sobre pequenos fatos corriqueiros que se apresentam a nós a todo instante e que muitas vezes nem ganham nossa atenção e é justamente esta atenção ao frugal que faz de cada dia algo único e de cada pequeno gesto um mundo de possibilidades.

A partir de uma corriqueira conversa com um morador de um pequeno vilarejo em Mali, enquanto esperava seu helicóptero ser consertado, que Yann começa a descobrir e identificar aspectos comuns a realidades tão distantes. Eram sonhos, desejos, medos e provações que naquele instante fizeram com que aqueles homens tão particulares se olhassem pela primeira vez como iguais. Daí surge o projeto “Six million Others”, da necessidade de se ver e se perceber nos olhos dos outros.

O projeto foi construído a partir de mais de 5000 entrevistas filmadas em 75 países por 6 diretores que se propuseram a ir em busca do “outro”. Todas as entrevistas eram compostas por algo em torno de 40 perguntas que giravam em torno de 10 temas principais: Amor, fé, identidade, família, felicidade, liberdade, provações, guerra, raiva e futuro.

Assistindo alguns dos relatos, que foram de um pescador brasileiro a um lojista chinês, descobri que temos mais coisa em comum do que imaginamos e que as diferenças não estão na cor da pele, na língua ou na cultura.

Segue o vídeo com um trailler do projeto, mas vale a pena gastar um tempo viajando pelo site.

http://www.6milliardsdautres.org/

Vejam, ouçam, se percam e se encontrem no olhar de tantos outros que fazem parte de nós.

Trailer: 6 Billion Others, by Yann Arthus-Bertrand
- Watch more Videos at Vodpod.
Franklin Lopes
quinta-feira, agosto 5th, 2010 Sem categoria Nenhum Comentário

De repente o mundo pode não ser plano

Ao ver uma palestra do Ethan Zuckerman, pesquisador sênior da Berkman Center for Internet and Society da Harvard University a respeito do uso que as pessoas fazem da internet foi impossível desviar meu pensamento de alguns conceitos já tão esgarçados como “aldeia global”, “planificação do mundo” e “globalização”.

Analisando o comportamento das pessoas na internet, suas buscas e referências, Zuckerman começa a questionar o quão realmente a internet funciona como janela para o mundo e tem este poder de encurtar as distâncias culturais que nos afastam, uma vez que, ao navegarmos na internet, usamos como ponto de partida nossa visão particular de mundo, nossos códigos culturais e bagagem de conteúdo que colhemos ao longo da vida que, naturalmente, limita nosso escopo de busca e acabamos não acessamos informações que estão além desse horizonte cognitivo.

Segundo Zuckerman, mesmo a internet garantindo acesso a todo e qualquer tipo de informação on line disponível ao redor do globo, não conseguimos romper as barreiras da nossa “bolha” de visão que nos faz olhar só para aquilo que já conhecemos e que, de certo modo, nos é familiar.

Compartilhamos marcas e produtos, mas não nossa forma de pensar e perceber o mundo que nos circunda e isso nos conduz a um cosmopolitismo imaginário que cria a sensação de que somos realmente cidadãos do mundo, quando na verdade apenas replicamos aquilo que já faz parte do NOSSO mundo.

Diante desse cenário, surge a necessidade de se repensar o papel da mídia, que deveria ter a missao de fazer a curadoria das informações que nunca serão acessadas espontaneamente por nós, uma vez que não conseguimos ver além da vastidão de nosso próprio umbigo.

Contudo, ao atribuir esta função de ampliar nosso olhar à mídia, caímos em uma encruzilhada mercadologica, que se limita a trazer ao domínio público apenas aquilo que é de seu interesse, pressionada por metas, views e audiência. Ou seja, mais uma vez somos empurrados de volta ao nosso cercado global.

Para trazer a luz de uma possível solução, apresento o convite feito por Zuckerman  no final de sua apresentação e deixo que cada um pense em qual será sua postura diante desse contexto.

Acho que passamos tanto tempo presos em nossas baias, carros e casas que para muitos simplesmente seria impossível viver sem os muros que cercam vosso quintal, mesmo que estes muros sejam virtuais, como sugere a discussão

“Não é suficiente a gente tomar a decisão pessoal de querer um mundo mais conectado, amplo, vasto. É preciso repensar os sistemas que temos. É preciso corrigir nossa mídia, a Internet, a educação, nossas políticas de imigração… temos que procurar jeitos de ampliar a capacidade de descobrirmos coisas ao acaso, expandir as traduções entre as línguas do mundo, acolher e celebrar as figuras que fazem as pontes e as conexões, e descobrir como cultivar a xenofilia. É isso que estou tentando fazer e preciso de sua ajuda”

Franklin

terça-feira, agosto 3rd, 2010 Sem categoria 1 Comentário

CO.R às 5

A CO.R é uma consultoria de inovação estratégica fundada por Rita Almeida. Para falar com a gente, 11.3589.5785 ou cor@corinovacao.com.br. Visite também o nosso site e fique atento ao blog - todo dia, às 5 da tarde, alguma nova idéia ou descoberta.

 

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